A importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves

Enviada em 21/06/2022

O processo de cuidar passou por muitas transformações pelo uso do método experimental, como no Egito, e pelo método científico na contemporaneidade. Entretanto, o foco do estudo era na cura e aqueles que possuíam doenças terminais padeceram até a morte. Em vista disso, é necessário discutir a importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves. Dessa forma, a redução do sofrimento do paciente e a desconstrução do tabu na sociedade são alternativas para aprimorar a qualidade de vida dos pacientes.

Precipuamente, os cuidados paliativos visam amenizar os sintomas da doença. O filme “A Culpa é das Estrelas” o personagem Gus utiliza-se desses cuidados durante o cancêr terminal com intuito de tornar os ultimos momentos de vida mais toleráveis. Assim, devido a cura não ser possível, aliviar os sintomas como a dor é imprescindível para um fim de vida mais humanizado. Logo, pacientes devem ser assistidos com qualidade e os cuidados paliativos são necessários para pacientes terminais.

Além disso, o tabu da morte que circunda a sociedade dificulta a adesão dos cuidados paliativos. A pesquisadora Camila Amthaner afirma que de acordo com enfermeiros entrevistados, a aceitação do diagnóstico é uma das principais dificuldades para se iniciar os cuidados paliativos. Indubitavelmente, o problema deve-se ao pensamento que a equipe de saúde precisa buscar a cura, o que impede a aceitação dos cuidados. Em suma, o tabu dificulta a discussão sobre o assunto impossibilitando que outros pacientes entendam o processo e tenham a atenção necessária.

Portanto, o Ministério da Saúde e as Organizações Não Governamentais devem promover campanhas de conscientização para informar sobre o que são os cuidados paliativos, as necessidades e vantagens à família e ao paciente. Pode-se, por exemplo, realizar entrevistas com aqueles que passam por esses cuidados. Outrossim, é preciso realizar por meio de propagandas comerciais na internet, televisão e redes sociais. Com isso o atendimento de pacientes graves será mais humanizado ao informar a sociedade sobre a questão.