A importância dos cuidados paliativos para indivíduos com doenças graves
Enviada em 02/07/2022
Na obra “O Diário de Anne Frank” ,é relatado acerca da vida de uma jovem de origem judia, sobrevivendo durante o Movimento Nazista,cujo principal objetivo era o extermínio de todos considerados não alemães. Anne, relata à forma que era tratada pelo Estado vigente da época, além de ter os seus direitos ,principalmente de escolha, desrespeitados por este. Associando-se em partes com esta era,sabe-se ,atráves da vivência diária, o quanto profissionais da área da saúde não são preparados ,para lidar com situações inesperadas, em relação aos seus pacientes, gerando-se uma abnegação do cuidado com à saúde mental destes.
Notoriamente, sabe-se que durante O Movimento Nazista, os direitos essenciais e pessoais, eram somente garantidos a quem fosse considerado “ariano puro”, deixando-se à margem quem não se encaixava neste padrão. Assim, pessoas judias, como Anne, eram obrigadas à aceitar decisões provenientes de um líder, que não tinha conhecimento sobre seus gostos reais. Atualmente, ao formar-se médico,se é preparado com uma falsa noção dos problemas reais, como a morte, que podem atingir a seus pacientes. Assuntos como ,doenças graves e o tratamento para estas, são tratados de forma superficial, sem o amparo necessário para o paciente,resultando por não ter o direito ,em certas ocasiões, nem de escolha.
Ademais, devido à esta problematica, há abnegação do cuidado à saúde mental destes indivíduos ,que além de lidarem com dores físicas, convivem com as emocionais também. Meios de comunicação,como jornais, eventualmente mostram o quanto cuidar da saúde mental, em momentos críticos, auxilia à melhora do corpo físico.
Em virtude dos fatores apresentados, conclui-se, a importância do Estado melhorar à grade curricúlar de universidades de medicina, atráves da implementação de disciplinas que abordem problemas reais do cotidiano destes , como tratamentos com paliativos ou mortes, e assim, como consequêcia disto, terá-se um melhoramento da qualidade de vida dos pacientes, e o afastamento da vivência como a experimentada por Anne.