A importância dos estímulos na primeira infância
Enviada em 31/08/2021
De acordo com John Locke ,o ser humano é como quadro em branco que é preenchido por experiências vivências . De maneira análoga ao que diz Locke , a falta de estímulo na primeira infância pela família e pela sociedade faz com que experiências sejam escassos e vivências também . Dessa forma a negligência familiar e a conturbação da vida moderna atuam como agentes perpetuadora desse revés.
Sob esse viés, é lícito postular que a negligência familiar aqui como força motriz nessa problemática. À luz dessa perspectiva, é nítido que a família negligência atitudes que estimulem e ajudem as crianças em seu desenvolvimento na primeira infância . Nessa ótica é notório que a família oferece alternativas tecnológicas para as crianças em vez de contato e estímulos sensitivos. Segundo Talcott Parsons , a família é uma máquina que produz personalidades humanas . Entretanto ,com a carência de estímulos das famílias , essas personalidades citadas por Parsons serão incapazes de lidar com a realidade do mundo .
Outrossim, a conturbação da vida moderna pós revolução industrial, corrobora para o agravamento desse impasse. Nesse espectro , é notório que a quantidade de tempo disponível das pessoas diminuiu após a revolução industrial. Seguindo esse pensamento evidente que o tempo das pessoas para estimularem as crianças do seu convívio foi comprometido drasticamente. Assim, os indivíduos que se encontram na primeira infância sofrem com os reflexos de um mundo imediatista.
Portanto, é necessário que o Ministério da Educação em cultura -principal órgão público do desenvolvimento educacional -invista em ações que evidenciem a importância do estímulo para as crianças na primeira infância. Isso pode ser feito o meio de palestras e “workshop“ em escolas de ensino básico com profissionais de saúde mental como psicólogos e psiquiatras. Para que, enfim, as crianças possam ter um desenvolvimento completo e saudável em sua primeira infância.