A importância dos quilombos no Brasil hoje

Enviada em 05/08/2020

Desde muito tempo no Brasil, são alavancados repressões e preconceitos

às minorias étnicas. Entretanto as mais diversas formas de resistência também surgiram com a finalidade de subversão, como os quilombos. Os quilombos são, por conseguinte,importantes símbolos de persistência, não somente de afrodescendentes, mas também de indivíduos desejosos da liberdade da opressão da sociedade. Nota-se, portanto que a importância cultural e social dos quilombos enfrente, hoje, a diminuição dos territórios reservados aos quilombolas e a influencia do agronegócio na economia.

Em primeira instância, é necessário reconhecer que os quilombos brasileiros são símbolos culturais dos negros, que passa por muitas gerações, positivamente até hoje,ao preservar os hábitos culturais. Porém, vítimas da escravatura do preconceito racial. Desse modo, as empreiteiras com o objetivo de diminuir as comunidade quilombolas, reforçar o racismo, e se apoderam das terras, onde essas comunidades se desenvolvem, e constrói indústrias, agricultura e fábricas, ferindo a lei de proteção quilombola ao afirmar no Art. 68,“Os quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva”.

Além disso os problemas socioculturais, contribuem para a propagação dessa problemática.No Brasil, existem mais de 3000 mil comunidades quilombolas. 977 estão localizadas no nordeste, e 68 delas apenas em Alagoas afirma o Instituto de Geografia e Estatística (IBGE). Ainda assim, a luta quilombola existe há 322 anos atrás, quando o líder quilombola Zumbi dos Palmares, foi assassinado. Porém, para muitas pessoas afirmam, os quilombos são vistos como coisa do passado.

Para mudar esse cenário é necessário que o governo fiscalize a efetividade da lei Art. 68, através de efetivação das leis que asseguram as comunidades quilombolas. E com isso, garantir a valorização cultural afro-brasileira. A ONU- Organização das Nações Unidas - de reforçar a importância dos direitos humanos, por meio de programas socioculturais, que explorem os mais diversos grupos quilombolas existentes no Brasil.