A importância dos quilombos no Brasil hoje

Enviada em 25/12/2020

A Constituição Federal 1988, documento jurídico de maior hierarquia do país, prevê em seu artigo em seu 215, que Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando observa-se a importância dada aos quilombos no Brasil. Diante disso, deve-se analisar a omissão de ações governamentais e a permanência do preconceito na esfera social.

Em princípio, ressalta-se a ausência de medidas governamentais para valorização dos quilombos na história do país. Esse conjutura, segundo o filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a valorização dos acontecimento na história. Assim sendo, a pouca importância dada os quilombos retrata o descaso perante essa com essa fato histórico.

Ademais, atrelado a isso, salienta-se a perseverança do precoceito na sociedade atual. Nesse viés, de acordo com a filósofa Hannah Arendt, com o conceito “a banaldiade do mal”, afirma que o pior mal é aquele visto como algo cotidiano, corriqueiro. Haja vista que as diversas forma de preconceito são observada como algo comum, porém representa um grande mal para a igualdade no meio social, no qual segundo o Atlas da Violência em cada 100 assinatos 70 são de pessoas negras. Assim sendo, medidas devem ser tomadas para a valorização da cultura dos quilombos.

Torna-se evidente, portanto, mediante os fatos expostos, que providências são essências valorizar os quilombos. Destarte, o Ministério da Educação, por meio de verbas governamentais, deve promover excursões para de habitações de quilombos para os alunos e a população em geral, para que possa ser difundida a cultura presente nesse meio, a fim aumentar a relevância desses acontecimentos para a construção da história brasileira. Assim, se consolidará uma sociedade mais igualitária, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”.