A importância dos quilombos no Brasil hoje
Enviada em 02/02/2024
Da colônia até hoje o que é ser quilombola?
Desde a vinda dos portugueses , em 1500 no início das capitanias hereditárias começa uma terrível história na vida dos afrodescendentes, cordenada pela coroa portuguesa. Os africanso foram exilados da África para a América do sul -Brasil e de certa forma não foi algo pacífico, pois os escravos eram trazidos em condições precárias nos navios, também chamados de “Navios tumbeiros ou Navio negreiros”, o que se entende sobre a quantidade enorme de escravos que morriam antes que chegassem ao Brasil.
Nesse sentido, o desrrespeito a pluralidade cultural é a causa latente do problema.Segundo Hannah Arendt, filósofa alemã, a condição humana é caracterizada pelo respeito às diferenças e o uso da comunicação pra evitar dconflitos.Nesse viés, percebe-se uma dificuldade em concretizar o postulado pela filósofa, em virtude da falta de documentos que comprove que a terra é um povoado quilombol, sem esse documento o Estado não identifica esse pertencimento,forçando o povo remanescente a criar estratégias e lutar pela liberdade.
Dessarte, para se ter os benefícios de ser quilombola é a comunidade ser reconhecida como quilombo é necessário estudos de antropologia e demais áreas.As características são: povoado à beira de um rio, numa baixada onde os senhores não tinham visão dos escravos fugidos. Mas as histórias de uma boa parte das comunidades não são lembradas ou não recebem o devido valor.Altaíde Nunes Ferreira da comunidade de Águas Claras ressalta:" As escolas passam um véu sobre nossa história.“Ser quilombola é sentir-se pertencente a uma comunidade e aceitar sua história.
Desarte,medidas devem ser tomadas para resolver o problema.Para isso o Estado, em parceira com as universidades dos cursos de Antropologia, geografia , ciências sociais e entre outros, deve intervir,visitando conhecendo essas comunidades onde não tem certificaçãopara a aprovação da terra do povoado de Quilombo. Um país onde não conhece seu passado, está condenado a cometê-lo novamente.