A influência do espaço virtual nas campanhas eleitorais
Enviada em 23/06/2023
De acordo com Immanuel Kant, o indivíduo deve agir conforme o dever moralmente correto, levando em consideração a existência um do outro e criando uma lei universal. Logo, fora da teoria, a crítica de Kant deveria valer até os dias atuais para usar a influência do espaço virtual nas campanhas eleitorais de forma adequada. Sob esse viés, a fim atenuar a problemática é imprescindível analisar não só as fakes news como também a disseminação de informações sem fontes verídicas como potenciais causas para essa influência virtual ser negativa.
Dessa forma, é notório destacar as fakes news. Isso porque vem sendo um problema agravante desde as últimas eleições, como uma forma de prejudicar negativamente outros candidatos por meio de notícias falsas e sem fundamentos nas redes. Prova disso recai, como por exemplo ex-presidente da república Jair Bolsonaro, o qual foi em rede nacional durante horário nobre acusar outro concorrente de ter a intenção de distribuir “kits gays” que consistia em livros sobre orientação sexual, porém, foi totalmente distorcido e usado de forma pejorativa, causando generalização na internet.
Ademais, cabe ressaltar a disseminação de informações sem fontes verídicas. Sendo assim, esse contexto envolve indivíduos compartilhando e divulgando notícias sem qualquer fonte científica ou válida, porém, muitos por ausência de estudo e sem o conhecimento necessário para diferenciar notícias falsas, acabam acatando e disseminando. Portanto, a famosa frase “a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo” de Nelson Mandela, é coerente visto que, investindo em educação problemas como esses podem ser diminuídos significativamente.
Com o objetivo de minimizar a influência do espaço virtual nas campanhas eleitorais de forma negativa, é dever do Congresso Nacional aumentar o percentual de investimento para essa causa e elaborações de mais leis contra fake news, por meio de votações e discussões entre os parlamentares visando um país melhor. Outrossim, cabe também ao Ministério de Educação conscientizar a população mais jovem com intervenção por meio de palestras informativas em escolas. Por fim, o ensino e indiscutível para tornar crianças em adultos mais conscientes.