A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.
Enviada em 12/09/2019
Promulgada pela ONU, Organização das Nações Unidas, em 1948, a Declaração dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Conquanto, dependentes químicos impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada. A educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido na dependência de usar drogas que essas pessoas têm. Segundo o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 21% da população são dependentes químicos, e que não vivem sem consumir a sua droga. Diante do exposto, essas pessoas deveriam se internar para que elas consigam ter um tratamento adequado e para que elas parem de consumir o que elas consomem.
Faz-se mister, ainda, salientar que a pobreza é um impulsionador da dependência química. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas e a característica de “‘modernidade liquida” vivida no século XXI. Diante de tal contexto, a maioria das pessoas que ingerem estas drogas são moradores de ruas e por causa das drogas que eles são mendigos, pois vendem tudo para satisfazer o vício da droga.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que o Governo junto com o Ministério da saúde pode fazer umas instituições que abriguem essas pessoas e tratem dela, como o Instituto Manassés que têm no Espírito Santo, que trata desses dependentes. Dessa forma, o Brasil poderia superar a dependência química.