A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.
Enviada em 15/09/2019
A Guerra do Ópio, ocorrida no século XVIII, foi um movimento em que a Grã-Bretanha fornecia entorpecentes para a China, a fim de torna-los dependentes químicos e consequentemente prejudicar a economia. Desse modo, ao descortinar o seculo XX, o Brasil vem tomando medidas para estiular a intervenção involuntária de usuários de drogas, uma vez que a Guerra do Ópio servir de exemplo de como as drogas podem influenciar no desenvolvimento do país.
Sabe-se que 67,2% dos dependentes químicos não reconhecem que precisam de auxílio médico, conforme a OMS. Isso ocorre pelo fato de um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos se desenvolvem após o uso repetitivo de determinada substância, sendo assim a pessoa perde o controle sobre suas ações, logo é essencial a intervenção. Nessa perspectiva, um exemplo disso é o desejo incontrolável de usar substâncias, aumento da tolerância, ansiedade e, além disso, a pessoa fica mais sucetivel a desenvolver a depressão.
Outro ponto de vista relevante diz respeito sobre o acompanhamento que a família deve dao ao dependentes químicos. Haja vista que para manter-se livre das drogas, o indivíduo terá que realizar uma série de mudanças em seu estilo de vida. Nesse vies, é recomendado evitar locais e situações que sejam associados ao uso e aprender “fontes de prazer” que não as que estejam relacionadas ao consumo – geralmente, pessoas com problemas com drogas afastam-se todas as formas de lazer, hobbies e relacionamentos.
Diante do exposto, observa-se a sob essa ótica, possível é validar a cultura nacional, caso algumas medidas sejam colocadas em prática. Nesse sentido, é dever do Ministério da Saúde a tarefa de fornecer médicos aos usuários de drogas, por intermédio de clínicas de saúde que façam exames no intuito de identificar e medicar o paciente, visto que o tratamento é repleto de cuidados que estimulam a recuperação do paciente e sua reintegração na sociedade brasileira.