A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.
Enviada em 02/11/2019
Na contemporaneidade, a lei prevê que a internação de dependentes químicos no território brasileiro é somente feita se for de forma voluntária pelo próprio usuário, ou com um pedido feito pela própria família através dos servidores públicos no âmbito da saúde. Tal medida é, de certa forma, uma tentativa de controlar e reduzir as altas taxas de internação forçadas nos centros de reabilitação. Consequentemente, os números dessas pessoas internadas diminuiriam e de certa maneira contribuíram para a o aumento na eficiência do tratamento de dependentes químicos.
A priori, deve-se entender a crescente nas estatísticas sobre as internações involuntárias. Diferentemente de antigamente, a recente explosão no número de internação são consequentes da doença do século XXI e seus males. Segundo o “Hospital Santa Mônica” a internação psiquiátrica é indicada em situações em que o indivíduo perde o controle mental e a autonomia. Por conseguinte, nota-se que existe uma necessidade e correlação entre a depressão e a internação involuntária.
A posteriori, têm-se a ajuda no quesito da diminuição dos números de pessoas internadas e no aumento da eficiência dos serviços dos centros de reabilitação. Segundo o Senado, outro problema detectado é a falta de preparo dos médicos para lidar com o dependente químico. Sendo assim, com um número menor de pacientes, os médicos podem se aprofundar para melhor atender o usuário e também auxiliá-lo. Em virtude disso, nota-se a necessidade de uma exploração maior sobre tal problemática dos usuários dependentes de drogas.
Logo, medidas são necessárias para a resolução desse impasse. A fim de contribuir com a diminuição das taxas de internação forçadas, auxiliar numa maior praticidade e eficiência dos centros, etc, a OMS juntamente com o Senado devem organizar palestras de conscientização, além de elaborar projetos com o intuito de organizar de melhor forma os centros de reabilitação com o propósito de realizar um melhor serviço tanto com o individuo quanto com a sociedade brasileira.