A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.
Enviada em 23/10/2019
Por meio da Revolução Científica que começou no século XVI e prolongou-se até o século XVIII, pode-se entender como funcionam e agem as drogas e bebidas alcoólicas ingeridas pelas pessoas na sociedade, onde, há muitos dependentes químicos, que às vezes, acabam prejudicando à si próprio ou quaisquer indivíduo, seja um amigo ou familiar sanguíneo, e isto é um problema.
Segundo o jornal do Estado de São Paulo, há índices relativamente altos de discussões e agressões em residencias familiares por conta de um dependente químico, que por conta disto, acabam ferindo os direitos humanos de outrem. Tais discussões podem gerar problemas, como envolvimento da polícia e em casos mais graves, pode levar a óbito e uma consequência disto seria a prisão do indivíduo por conta de sua de dependência alcoólica ou de algum ilusinógenos e em algumas situações de houver crianças deste antigo relacionamento conturbado, pode ocasionar no envolvimento do Conselho Tutelar para zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente.
Inquestionavelmente, quando um ser humano tem caso de dependência química e não tem consciência disto, por conta de alucinógenos ingeridos constantemente ou mesmo das bebidas alcoólicas, o melhor caminho à saúde dessa pessoa é a internação involuntária, onde um familiar sanguíneo irá buscar auxilio em hospitais autorizando o ato, com o aval do médico após analisar o dependente, poderá autorizar a internação, com um prazo de reabilitação de 90 dias para lhe reintegrar na sociedade novamente, assim ajudando o dependente e evitando-o de prejudicar outrem.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse, como já disse o filósofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele, dessa forma o Ministério da Cidadania, afim de diminuir os índices de dependentes químicos, por meio de publicidades e programas de reintegração à sociedade, afim de, incentivar o anticonsumo de alucinógenos e álcool.