A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.
Enviada em 06/11/2019
É notório que o número de dependentes químicos aumenta em grandes quantidades em nosso pais, com isso cria-se um novo problema afinal como se pode lidar com essas pessoas de maneira a ajuda-las, ajudar uma sociedade inteira e além de tudo sem se ferir nenhum direito.
A internação involuntária é acionada principalmente pelos familiares do paciente, mas mesmo assim, cada caso deve ser analisado de maneiras completamente diferentes, além disso, se a pessoa que pedir a intervenção necessitar assinar a autorização ela deve ter ligação consanguíneo com o algum dependente como um pai, mãe, filho ou até mesmo um avô.
Diante dos fatos vemos então que a intenção involuntária mesmo sendo muitas vezes necessária, viola os direitos de cada um dos indivíduos e fere sua liberdade. Com isso cria-se a situação de dever moral ou ético em realizar tais ações em prol de uma sociedade ou de apenas uma pessoa. E retorna novamente ao problema de ter o aumento de usuários e não se poder fazer muito sem seu consentimento.
Referente ao número crescente de “viciados”, causa um impacto forte tanto a curto quanto a médio e longo prazo afinal, este mesmo ser humano pode infelizmente afetar outras pessoas ao seu redor devido a suas ações precipitadas ou as dos demais em seu circulo tanto familiar quanto de amizades quanto profissional.
Portanto para se combater esse empecilho, é necessário criar mais programas sociais para o atendimento de todos (principalmente de forma gratuita e totalmente voluntaria), o Ministério da Saúde deve investir em grande escala a verba para auxiliar essas pessoas em centros psiquiátricos gratuitos oferecidos pelo SUS, além de criar um novo projeto em que ex-usuários auxiliam esses “novos” sem a utilização da internação involuntária.