A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.

Enviada em 02/11/2019

No contexto atual do Brasil, uma vez que o uso de drogas aumenta, uma questão sobre a internação de dependentes químicos é comum. Considera-se que uma grande parte da população vê os usuários como criminosos e vê-os como sofridos. Além disso, os testes existentes no momento atual somam vários problemas e não são permitidos ou sofrem alterações de atitudes. Primeiramente, é de extrema importância discutir sobre a forma dos dependentes do governo em oferecer ajuda colabora para esta situação ocorra. Um exemplo de citação, caso em que o prefeito de São Paulo, João Dória, usa a força policial para expulsar moradores de uma região denominada Crakolância por um alto consumo de substâncias ilícitas. Assim, essa atitude foi uma tentativa de reintegrar-se à sociedade. Outro aspecto a ser abordado, são os disponíveis e como os problemas afetados e sociais afetados ou o indivíduo não conseguem sair dessa situação. Hoje, existem algumas formas de buscar tratamento. Contudo, na maior parte dos casos, é necessária a própria vontade do paciente e a conscientização do mesmo. Segundo a Lei Federal 10.216, a internação só pode ocorrer de forma voluntária, em consequência desse fato, alguns casos em que o dependente está imerso nos efeitos causados ​​pelo erro que não reconhece a necessidade de buscar ajuda. Portanto, uma maneira como a internação involuntária de dependentes químicos é feita no Brasil, deve ser melhorada. Em primeiro lugar, cabe ao governo a criação de um programa de reintegração social para os indivíduos reativados que usam um tratamento pelos direitos básicos da vida como moradia e emprego, dessa forma, reintegrando-se à sociedade. Além disso, cabe ao Ministério da Saúde buscar um tratamento de qualidade, com o uso de pacientes ou pacientes se sentirem bem ao estar em uma clínica e, assim, mudar a vida. A população deve ajudar as pessoas próximas que causam esse problema através de campanhas e a própria conscientização pode salvar vidas.