A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.
Enviada em 29/05/2020
O vício em drogas pode levar um indivíduo à morte facilmente, tendo isto em vista, decisões devem ser tomadas para que a internação involuntária de dependentes químicos no Brasil seja um processo mais comum e simples. No entanto, isto não é uma coisa fácil de se fazer, mormente no Brasil, que as alterações de leis e Saúde Pública são tão difíceis.
De acordo com o sociólogo francês Émile Durkheim, o indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber quais são suas origens e condições de que depende. Para o dependente químico, é muito difícil tomar a decisão de se tratar, pois a partir deste momento, ele se afastará da única coisa que ameniza o seu sofrimento.
Em segundo lugar, mas não menos importante, de acordo com a lei federal 10.216/2004, as pessoas responsáveis por tomar a decisão de internar um indivíduo, contra a sua vontade, são os integrantes da sua família. No entanto, alguns dependentes químicos abandonam sua cidade e até o seu estado, para que não sejam encontrados pelos seus familiares. Nessa situação, eles não podem ser internados, pois não possuem quem os representa legalmente.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O governo deve destinar verbas para a criação de órgãos públicos que atuem como catalisadores para tirarem os indivíduos do vício, registrando eles em um sistema online, que busque suas famílias por meio de nome e sobrenome ou dados como CPF e RG, assim, resolvendo ambos aspectos citados acima, mas, deixando sempre que a família dê a resposta final, se autoriza ou não o tratamento. Espera-se dessa forma que a internação involuntária de dependentes químicos seja controlada no Brasil.