A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.

Enviada em 20/07/2020

Na série “Sex Education”, é retratado a história de jovens que estão no decorrer dos novos conhecimentos da vida, adolescentes que “ingerem” menos aprendizagem e mais drogas. Infelizmente, a série não destoa da realidade brasileira. Sendo assim, percebe-se que a dependência química é um desafio para o Brasil, o qual ocorre devido à escassez de estudo, como também aos problemas familiares.

Primeiramente, é importante ressaltar que a escassez de estudo é a “chave” para a dependência de drogas. Entretanto, uma pesquisa realizada com 2.086 pessoas com mais de 16 anos pelo Instituto Datafolha, os entrevistados que possuem familiares envolvidos com drogas pouco varia quando se leva em conta a escolaridade de ensino fundamental, médio e superior, ou seja, 28%, 27% e 27%, respectivamente na margem de erro. Certamente, a instituição de ensino é a base fundamental para a conscientização sobre os efeitos e consequências do uso de drogas.

indubitavelmente, a ingestão e vício em drogas químicas estão claramente refletidos em problemas familiares. De tal forma, os distúrbios familiares podem ser por abandono, agressões físicas, uso excessivo de bebidas alcoólicas ou até mesmo antecedentes dependentes químicos. Além disso, as internações compulsórias ou involuntárias são ótimas alternativas para ajudar o indivíduo a se reintegrar na sociedade. Ademais, o Sistema Nacional de Políticas sobre drogas (SISNAD) é uma comunidade terapêutica que recebe internações voluntárias com indicação médicas.

Portanto, medidas são necessária para reverter essa situação. O Ministério da Saúde deve investir em clínicas de saúde por meio de um projeto de lei a ser entregue à Câmara dos Deputados. Nele, deve constar que essas empresas disponibilizem empregos para adolescentes. Com o intuito dos jovens terem a disponibilidade de agendar consultas para dependentes químicos e terem acesso às fotos do “estrago” que as drogas causam no organismo. Com essa medida espera-se que a conscientização sobre uso de drogas seja aceita e desenvolvida pela sociedade brasileira.