A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.

Enviada em 29/07/2020

A OMS ( Organização Mundial da Saúde), defini a dependência química como uma doença crônica, progressiva, ou seja, que piora com o passar do tempo, primária, que gera outras doenças e pode ser  fatal, é um transtorno mental caracterizado por um grupo de sinais e sintomas decorrentes do uso de drogas. Com isso a dependência causa estragos para a pessoa em si porém nas pessoas a sua volta também, muitas família lutam contra isso diariamente sendo que muitas acabam não aguentando a demanda. Alem disso muitos dependentes não aceitam sua condição piorando ainda mais a situação.

Diversos pacientes acham que não são dependentes químicos, afirmando não utlizar substancias químicas porém bebidas alcoólicas entram na lista de vícios também, com isso quando tal pessoa não aguenta ficar um dia sem tomar um cerveja após um dia de trabalho já se tornou um problema. Sendo assim, quando a família tenta intervir se torna algo absurdo na cabeça do dependente pois na visão de tal são só umas cervejas após um dia difícil no serviço. Porém o problema vai muito além disso e a maneira como é reagida pode causar diversas consequências na família já que para ele está tudo bem, tudo sobe controle, sendo assim acaba ocorrendo embates entre os envolvidos.

Após a lei aprovada pelo Presidente Jair Bolsonaro, onde apoia a internação involuntária para dependentes químicos, uma pesquisa foi feita pelo Datafolha, apresenta que esse método de tratamento tem grande apoio pela população, sendo que em cada dez pessoas oito aprovam essa ação. Sendo assim muitas pessoas podem ter esperanças para um familiar nessa situação, já que muitas pessoas se sentem impotente em relação a essa situação. Casos de dependências afetam o quadro familiar geral onde muitas famílias acabam se separando, brigando, pois lidar com um dependente químico não é uma simples tarefa  já que os vícios fazem com que a pessoa perca o senso de noção.

Portanto, nesse cenário deve se ter muita cautela devida a situação delicada que é. Cabe ao Ministério da Saúde, Ministério da cidadania e o Governo trabalharem juntos contra essa luta, sendo assim deve -se ser disponibilizado verbas suficientes para reuniões de apoio. Não só, mas também apoio psicológico as famílias  para enfrentar melhor a situação, assim como a disponibilidade de projetos para a ressocialização deles após o tratamento, onde tenham oportunidades de crescer e ter uma vida nova, deixando todo o trauma para trás.