A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.
Enviada em 20/08/2020
Segundo o Ministerio da Saúde, a dependência quimica é um dos maiores problemas socais do país. Sabendo disso, o governo sancionou uma lei que permite que familiares ou responsáveis possam pedir a internação involuntária. O problema disso é que muitos são tratados com totalmente incapacitados e sem voz ativa. Além disso, a falta de políticas públicas que dêem suporte para as pessoas possam integrassem novamente a sociedade tambem faz com que acabem desistindo de ficarem sóbrios.
Em primeira análise, o Governo federal recentemente implementou um artigo na lei de depêndencia quimica, que da permissão ampla para parentes ou responsáveis peçam uma intervenção sem indicação medica, como era feito antes. Porém, é facil encontrar em locais como a Cracolândia, localizada no estado São Paulo, pessoas que ja foram internadas mas voltaram as ruas, segundo a a reportagem veiculada pelo programa Conexão Reporter, muitos usuarios afirmaram que foram internados contra sua vontade e so passaram pela reabilitação pois estavam sendo obrigados, e que em nenhum momento foram ouvidos, nem por quem faz parte da instituição que reabilita nem dos que pediram tal ação, e isso fez com que os mesmo se sentissem mais incapacitados do que quando estavam sobre efeitos psicóticos.
Outrossim, a falta de políticas públicas que incentivem a continuação do processo de reabilitação fora da reclusão de uma clinica, faz com que muitos acabem regredindo. Cotidianamente, muitos destes individuos são tratados como indigentes e não dão oportunidade para que possam recomeçar suas vida, segundo o site UOL, por não conseguirem voltar a ter uma vida estavél com trabalhos, acaba sendo um gatilhos pois, as empresas não querem aceitar dar empregos e os governos também não dão nenhum tipo de ajuda, fazendo com que novamente decidam voltar as ruas,criando um ciclo vicioso e inadequado.
Portanto, é possível concluir que a internação involuntaria tem seus pontos positivos e negativo. Por isso, é necessário que as familias e instituições de reabilitação, dêem ouvidos as pessoas que ali estão, atraves de conversar com estas pessoas dando a liberdade de escolha de prosseguir ou não nesses tratamentos para que a eficacia seja cada vez maior. Também, é de suma importância que existam programas criados pelo Governo em parceria com empresas, em que haja oportunidade de emprego para estes individuos, fazendo assim uma reinserção na sociedade, evitando assim que exista uma recaida.