A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.

Enviada em 17/08/2020

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, em 2019, a lei que autoriza a internação involuntária de dependentes químicos, ampliando o número de pessoas que podem solicitar a internação do indivíduo para além da família, como: profissionais da saúde e assistentes sociais que tiverem o aval médico do paciente. Desse modo, é importante ressaltar como a lei ajudará os dependentes químicos e a sociedade em conjunto, por meio do beneficiamento de pessoas em situação de vulnerabilidade social e a prevenção de danos ao resto da população brasileira.

Dessa forma, segundo a Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas, apenas uma em cada sete pessoas recebem o tratamento contra os entorpecentes. Dito isso, é devido analisar que o dependente químico não é capaz de perceber que precisa de ajuda, por causa do vício que a droga causa a ele. Sendo dessa forma, necessário que em alguns casos mais graves, seja feito a internação involuntária do paciente por pedido da família ou de agentes de saúde. Visto que, segundo dados da Organização Mundial da Saúde, cerca de 30 mil pessoas se recuperaram do vício após entrarem na clínica de reabilitação por meio do pedido de outrem.

Paralelo a isso, a internação involuntária de viciados em drogas favorece, além dele, a população brasileira. Visto que, segundo a Agência Brasil, um morador de rua do Rio de Janeiro, que é usuário de crack, matou duas pessoas e deixou outras feridas, inclusive policiais. Sendo evidente assim que, o dependente químico pode fazer mal para a população e dessa forma deve ser necessário o internamento do indivíduo por pedidos de outras pessoas. Para que assim, haja o avanço na construção de uma sociedade melhor.

Portanto, a internação involuntária de dependentes químicos no Brasil é importante, sendo necessário que o Ministério da Saúde junto as Mídias sociais promovam a conscientização da população por meio de propagandas em horário nobre a fim de alertar a sociedade os benefícios da lei e como ela pode ajudar o indivíduo. Também é necessário que o Governo Federal promova a construção de clínicas de reabilitação junto a parcerias com Organizações não governamentais e o Ministério da Saúde, em que os pacientes tenham acompanhamento médico e psicológico a fim de serem reinseridos na sociedade sem que faça mal para outras pessoas.