A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.

Enviada em 20/08/2020

Uso de drogas não é um ato apenas de humanos, pois essas outros animais, assim como os homens, buscam prazer através dessas substâncias. Buscando esse contexto para a realidade brasileira, o prazer criado pelos narcóticos possui um custo muito pesado, ele deixam seus usuários viciados escravos desse prazer. Porém, tentar tratar o dependente químico sem um cuidado, dificulta a sua reabilitação. Assim começa a ser necessária novas medidas para essa prevenção.

Primeiramente, é necessário considerar que, o apoio da família e amigos, no tratamento é extremamente necessário para que o ex-usuário consiga prosseguir no tratamento. Isso ocorre por, as drogas terem manipulado as vontades e sensações do usuário, assim o apoio serve de um belo empurrãozinho para que o paciente consiga vencer esse mal. A prova disso é que, o papel da família no tratamento do dependente químico é o apoio emocional, pois para o paciente possuir uma melhora clínica, ele precisa saber pelo que e por quem ele ira lutar. Em decorrência disso, o número de reincidências no mundo das drogas iram diminuir, por os ex-usuários saberem com quem podem contar.

Também é necessário considerar que, para um maior controle sobre a circulação das droga e quem são os usuários, o Estado legalizar os narcóticos, assim conseguindo possuir o controle sobre sua produção. A justificativa disso é que, por legalizar o uso das substâncias, o governo possuir o controle das fabricações, que acaba por dar um selo de autenticidade da droga, que acaba por não dar nem dano extra aos usuários, como o dinheiro arrecadado, pode ser investido no tratamento contra as drogas. A constatação disso foi que, nos Estados Unidos nos anos de 1920 a 1933, a lei seca condenava o uso de bebidas alcoólicas, nesse meio tempo o trafico dessas bebidas cresceu juntamente com a criminalidade, somente se reduzindo com a legalização.

Unindo todos esses pontos, os efeitos que os narcóticos trazem tem um preço pesado, a liberdade de quem a usa. Assim se torna imprescindível que se reforce os cuidados para com esses dependentes. Logo é necessário que o Estado controle a fornalha que fabrica essas drogas, para assim conseguir conduzir as rédias desse mal e com o capital assim acumulado combater fogo com fogo. Também é preciso que a família, acompanhe com todo o apoio e carinho, a progressão o tratamento de seus entes para a saída dessa vida.