A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.

Enviada em 21/08/2020

A dependência de substâncias químicas trata-se de indivíduos que, por algum motivo, decidiram consumir drogas, o que lhes provocou, posteriormente, um vício. Nessa análise, no Brasil, a internação pode ser um dos caminhos nos quais ajudaria tais pessoas a se tratarem. Esse fator se associa, também, a internação involuntária, o que pode provocar tanto problemas psicológicos nos pacientes, quanto a demora para a recuperação durante o tratamento.

Em primeira análise, de acordo com a filósofa Hanna Arednt, as pessoas tendem a banalizar o mal, o tornando sinonimo do bem. Nessa pespectiva, a população acaba que vendo os dependentes quimicos como pessoas marginalizadas, o que dificulta por si só a aceitação dos mesmo em sociedade, entretanto, quando se trata da obrigação de internar tais pessoas, a questão dos problemas psicológicos são deixadas de lado, o que afeta, consideravelmente, os individuos em questão.

Em segunda análise, de acordo com o filósofo Paulo Freire, a sociedade está dividida entre opressores, pessoas que se denominam mandantes de determinado lugar, e os oprimidos, grupos que seguem as regras ditadas pelos seus líderes. Seguindo esse ponto de vista, as pessoas acabam que não ligando para o bem comum, e sim pelos próprios interesses. Tal banalidade é vista quando se há, por exemplo, um descumprimento do tempo necessário no tratamento de viciados, o que provoca algo negativo ao paciente.

Observa-se, portanto, que o governo, junto ao Ministério da Saúde, de promover campanhas para toda a população, que conscentze sobre as pessoas que enfrentam a dependencia quimica. Tal ideaia será transmitida por meio de panfletos e anuncios, para que, assim, as pessoas se tornem menos preconceituosas e mais empáticas.