A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.
Enviada em 21/08/2020
Nas décadas de 50-60, com os movimentos artístico-culturais, como o Hippie, houve a popularização do consumo de substâncias químicas no Brasil. Dessa forma, além do uso das drogas terem se tornado algo cada vez mais comum, a dependência química também veio adjunta a isso, o que representa grande perigo para os usuários e para as pessoas ao seu redor. Desse modo, diante da necessidade de conter tal problema, surgiram as internações involuntárias, que visam a reabilitação do indivíduo e a prevenção de danos à sociedade. Logo, é necessário averiguar a situação.
A princípio, é válido ressaltar que a internação involuntária tem como um de seus motivos, a reabilitação do usuário. Nesse sentido, a família ou as pessoas próximas do debilitado, são fundamentais para que tal ação seja realizada, já que esses enxergam além do que o dependente pode ver, a sua necessidade por ajuda. Nesse contexto, segundo a Organização Mundial da Saúde, a internação involuntária de toxicomaníacos, em 2013, foi responsável pela recuperação de 300 mil pessoas. Logo, vê-se a importância de tal medida para a introdução novamente desses indivíduos na sociedade. Dessa maneira, é necessário que se pratique cada vez mais essa atitude.
Outro ponto que merece destaque sobre a internação involuntária, é a prevenção de danos à sociedade que ela propicia. Isso acontece porque quando os indivíduos estão sobe efeito dos entorpecentes, eles se tornam pessoas iracionais, o que configura um perigo ao corpo social. Dentro dessa perspectiva, de acordo com o G1, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro, duas pessoas foram mortas e cinco feridas por um morador de rua que é dependente químico, o que representa uma situação alarmante. Sendo assim, fica evidente a importância e a necessidade dessa intervenção.
Infere-se, portanto, que a questão acerca da internação involuntária, ocorre dentre suas razões, visando a reabilitação dos indivíduos e a prevenção de danos à sociedade. Logo, o Ministério da Saúde, que tem por função proteger e recuperar a saúde dos cidadãos, deve lançar campanhas publicitárias, por meio das mídias sociais, para disseminar a importância dessa intervenção e incentivar àqueles que conhecem pessoas debilitadas a tomarem essa atitude, para que dessa forma o número de dependentes seja reduzido. Sendo assim, a situação estará atenuada.