A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.
Enviada em 31/08/2020
No filme “28 dias” , a protagonista Gwen é uma escritora que não enxerga a gravidade do seu vício em álcool e drogas.Fora da ficção,a internação involuntária de dependentes químicos no Brasil é importante,visto que na maioria das vezes o próprio usuário não reconhece que está doente,necessitando de apoio psicológico.Nessa lógica,é necessário um debate sobre está problemática.
Convém ressaltar,a princípio,que em 2019 tornou-se permitido a internação involuntária,já que milhares de dependentes estão em condições de vulnerabilidade e não possuem saúde mental para fazer suas próprias escolhas.De acordo com o site G1, 28 milhões de pessoas no Brasil têm algum familiar com dependência química,nesse vies a internação involuntária torna-se extremamente necessária.
Faz-se mister salientar,que na atual sociedade o acesso a saúde pública é precário,tendo em vista que o uso de hospitais públicos, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), foi citado por 6,5% das famílias de usuários em reabilitação,segundo o site Capital Remoções.Assim,ficando muito claro que o estado é o menos procurado nestes casos por não fornecer uma estrutura suficiente para os tratamentos da dependência química,dificultando o acesso de usuários de classe baixa.
Infere-se ,portanto,que para resolução desta problemática, o Ministério da Saúde deve criar projetos que conscientizem os familiares a perceberem os sinais da dependência química e a notarem quando for necessário a internação involuntária.Também,por meio do Governo,investir e criar casas de reabilitação gratuitas,para facilitar o acesso a usuários sem condições financeiras.Assim,percebendo quando é ou não necessário a internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.