A internação involuntária de dependentes químicos no Brasil.

Enviada em 07/05/2021

O comportamento humano se repete, o que pode ser visto no grande número de viciados em drogas no Brasil. Isso mostra que  atitudes tem uma enorme influência dentro da sociedade. O que traz à tona a questão da necessidade de tratamento dos dependentes. Entretanto, o tratamento não é realizado de forma efetiva, dificultando uma possível volta do  dependente para a sociedade e da habilitação de sua cidadania. Nesse meio, percebe-se que esse problema é sustentado, pela falta de  políticas públicas e a busca de  cuidados médicos.

Primeiramente, os investimentos governamentais relacionados ao abuso de substâncias químicas estão focadas na punição como solução, tomando como base a política de “guerra às drogas”. Porém, tal preferência gera uma insuficiência de verbas destinadas à esfera do tratamento, dificultando tanto os aspectos quantitativos quanto os qualitativos de instituições para assistência a, por exemplo, alcoólatras e usuários de crack e cocaína. Além disso, os dependentes enfrentam obstáculos para minimizar o problema e, assim, o corpo social não funciona conjuntamente como deveria.

Segundamente, a falta de socialização e sociabilidade são fatores que levam o homem a angústias financeiras, psicológicas, sociais  levando-o a recorrer às drogas como refúgio. Diante disso, a sociedade ainda mantém um preconceito com os usuários, considerando-os patológicos e preferindo isolá-los. Por isso, não existe uma consciência individual como o incentivo coletivo para que haja a procura de tratamento, o que impõe limites à efetividade desse mecanismo.

Portanto, é de extrema importância a criação  medidas que acabem com os desafios do tratamento de dependentes químicos no Brasil. Neste caso, o Ministério da Cidadania deve, por meio de programas assistenciais, destinar mais recursos para a área de saúde dos que precisam de reabilitação.  A fim de reinserir essas pessoas novamente na sociedade, com um convívio adequado.