A internet como ferramenta para a democratização do conhecimento

Enviada em 14/01/2020

O Ensino a Distância(EaD), surgiu em 1728 em Boston EUA,com o curso por correspondência.No Brasil,só chegou em 1904.Com os avanços tecnologicos,o EaD se modernizou até chegar no formato digital de hoje.Possibilitando a democratização do ensino,por ter preços acessíveis e flexibilidade de horário,permitindo estudar quando e onde quiser.Mesmo  com tantas vantagens,essa modalidade enfrenta desafios,como:o preconceito e a falta de acesso as redes,a chamada exclusão digital.

Segundo o censo,feito pela Associação Brasileira de Educação a Distância(ABED) o número de matrículas aumentou de 528.320 em 2009 para 7.773.828 em 2017.Mesmo assim,a qualidade do ensino,formação dos professores e desempenho dos alunos é questionado,levando muitos a rejeitar o ensino remoto e impedindo que os formados sejam contratados.Esquecendo,que o bom profissional quem faz não é a faculdade e sim a dedicaçao do aluno,seja online,semi ou presencial.

Por outro lado,não adianta ter o ensino EaD,se a internet é artigo de luxo.A Agência Brasil,diz que,mais de um terço dos domicilios brasileiros não tem internet.A região mais afetada é o  Nordeste com 51%,de acordo com a Folha de Pernambuco.O Norte, porém, é mais atingido pela questão do difícil acesso à área rural.Mesmo nos locais que possuem conexão o custo é muito alto para quem precisa sobreviver com um sálario mínimo ou menos.

Portanto, o Ministério da Educação,deve fiscalizar o desempenho dos cursos,por meio de provas que devem ser aplicadas a cada semestre para avaliar a capacidade dos professores e o nível de evolução dos alunos.O Ministério da Ciência,Tecnologia e Inovação precisa investir na ampliação das redes de internet com cobertura nas áreas mais periféricas.Também seja lançado planos de subsídios a computadores e redes de internet de modo que a população carente tenha acesso a mais baixo custo.