A internet como ferramenta para a democratização do conhecimento

Enviada em 15/01/2020

A educação, em sua etimologia, significa: " elevar o indivíduo a um patamar superior". Sendo assim, utilizar uma das maiores invenções criadas no século XX - a internet - pode tornar essa concepção de fato eficiente. Contudo, é preciso assimilar o ensino presencial com as tecnologias do EAD, pois a segregação pode corroborar a procrastinação, e ainda, prejudicar o ciclo social dos jovens no ensino básico. Dessa forma, torna-se necessário a discussão do tema para democratizar o conhecimento.       Primordialmente, destaca-se que o ensino totalmente pela internet pode afetar a educação dos jovens. De acordo com o psicólogo da Universidade de Carleton, Tim Pychlyl, a procrastinação é um dos maiores impasses educacionais da atualidade. Logo, as redes podem ser um grande problema na formação do cidadão, haja vista que é nelas os quais estão inseridos os meios de entretenimento como: jogos online, redes sociais e filmes. O jovem, mediante ao conforto de sua residência, poderá adiar seus compromissos escolares para praticar atividades que são de seu interesse. Assim, tal tecnologia, se usada de forma incorreta, poderá regredir a educação, ao invés de evoluí-la.

Além disso, é primordial o ensino presencial na educação infantil, haja vista que é nela em que se constrói o comportamento social. Na série Atypical, por exemplo, Sam Gardner, um jovem com Transtorno Espectro Autista, Tem o seu ciclo comunitário em torno da escola como: Relacionamento amoroso e amigos. Assim, ele desenvolve em vários episódios novas formas de pensar sobre a sociedade que ajudam com seu problema de interação social. Paralelamente à realidade, estão os jovens que, embora não sejam portadores do TEA, precisam do espaço escolar para cultivar habilidades de comunicação como: trabalho em grupo e o diálogo, pois são atividades diretamente ligadas à sua conduta. Dessa maneira, é notório a importância da conservação dos colégios para a formação de cidadãos mais pacientes e proativos.

É necessário, portanto, que o Estado tome providências sobre a temática. Logo, é dever do Ministério da Educação e Cultura, por meio das escolas públicas, não segregar a internet no meio escolar, mas juntar com o ensino presencial. Para isso, eles devem fazer parcerias com empresas privadas que darão internet e tecnologias de ponta, e em troca, receberão pesquisas, avaliações e desenvolvimentos científicos que ajudarão no crescimento da instituição. Somente assim, será possível utilizar a internet para democratizar o conhecimento, e elevar a nação a um nível superior.