A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede

Enviada em 12/04/2019

A ilusão histórica sobre o tema, refere-se desde 1989, quando a internet foi lançada no Brasil. Com os avanços tecnológicos, a sociedade ganhou grandes benefícios, como conversar com algum parente que está longe ou vender mercadorias. Mas, atualmente, está sendo usada de forma violenta, ampliando as conseqüências do bullying: o cyberbullying. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro, tratando especificamente do uso da internet por meio de difundir ameaças, difamações e violências psicológicas.

A educação é o fator principal no desenvolvimento do país, na qual ocupa a nona posição na economia mundial. Diante do exposto, Aduz Kimberly L. Mason, diz que o cyberbullying é definido como uma pessoa ou um grupo de pessoas utilizando intencionalmente informações e comunicações, por meios eletrônicos para facilitar o assédio deliberado e repetido contra determinado individuo ou um grupo de individuo. Prova disso, são os jovens que centram-se em ações repetidas de agressões contra a vitima, como publicações ofensivas, vídeos e fotos intimas que, por vezes, passam em jornais e memes, no qual a vitima é percebido como a mais fraca da relação.

Conforme o filosófico medieval Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Diante disso, a sociedade, principalmente as crianças, já crescem praticando cyberbullying contra o colega, porque os próprios familiares praticam essa ação com uma simples brincadeira que vai se tornando um problema cada vez maior, uma vez que os jornais e noticiários têm educado a população a ter físico “esbelto/magro", embora seja humilhante para a vitima que acaba conseqüentemente cometendo suicídio.

Logo, é viável que esta parcela da população desfrute desse direito universal na prática, como a empresa facebook ou outra barreira de usuário da internet apagar na mesma hora e denunciar palavras ou gestos ofensivos, como também,os governantes parlamentares imporem leis severas e conseqüências jurídicas, sem demora, ou longo prazo para solucionar o problema e que proíbam de uma vez por todas perfis falsos nas redes sociais. Nessa perspectiva, as redes escolares públicas e privadas oficializarem palestras educativas para os alunos e pais, juntamente com psicólogos prontos para atender as vitimas merecendo atenção especial.