A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede

Enviada em 30/04/2019

Desde o início da Terceira Revolução Industrial no século XX, as áreas de informática e computação vem sofrendo grandes avanços tecnológicos. Um invento de extrema importância é a internet, que juntamente a outros produtos tecnológicos, vem sendo massificada. A internet trouxe muitos benefícios e auxílios na vida do ser humano, porém, é importante ressaltar que ela é uma plataforma utilizada, também, para propagar o mal.

Em primeiro plano, é fato que a internet, por muitas vezes, é vista como um meio seguro pelos pregadores de ódio para praticarem seus crimes. Negros, LGBTs e mulheres são exemplos de grupos que são demasiadamente atacados nas mídias sociais, sendo vítimas de racismo, lgbtfobia, sexismo e machismo.

Muitas pessoas, principalmente adolescentes e jovens, são vítimas do bullying. Na internet, é possível que aconteça uma prolongação do bullying: o cyberbullying. As vítimas do cyberbullying, tanto como as vítimas de racismo, machismo e lgbtfobia, podem desenvolver vários problemas, tendo como exemplo a depressão e a dificuldade de socializar.

Tendo em vista a Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada pela ONU em 1948, todo indivíduo tem direito à segurança e ao bem-estar social. Portanto, medidas devem ser tomadas para erradicar esse problema. Cabe ao Ministério da Cultura, em parceria com o Ministério da Educação, criar campanhas de conscientização sobre respeito e tolerância às diferenças. Cabe ao Ministério da Segurança Pública e ao Ministério da Justiça, agirem em conjunto e criarem ações que fiscalizam e punem, com maior frequência, os agressores.