A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede

Enviada em 26/05/2019

A Declaração Universal dos Direitos Humanos_ promulgada em 1948 pela ONU_ garante a todo cidadão o direito à vida, ao bem-estar social e à liberdade. No entanto, o cenário visto pela “Internet” impede que isso aconteça na prática devido não só aos conflitos que ocorrem, entre a sociedade, por causa de postagens indevidas em sites de relacionamento, como também pela educação que não educa a população para usufruir deste veículo de interação.

Convém, a princípio, analisar uma das causas dessa problemática. Nesse sentido, para o sociólogo Émile Durkheim, o indivíduo só poderá agir na medida que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber quais são suas origens e as condições que depende. Nessa conjuntura, ressalvasse que certos setores da sociedade melhore, a exemplo das discórdias que ocorrem nas redes sociais, para que o cenário visto pelo veículo de comunicação deixe de ferir os direitos internacionais e se modifique positivamente.

Do mesmo modo é indiscutível que as escolas também têm sua parcela de culpa. Entretanto, ainda faltam medidas efetivas por parte das autoridades competentes para que a conduta seja alterada. Nessa esteira, conforme ao pensamento de Nelson Mandela, líder rebelde negro, de que " Apenas a Educação é capaz de mudar o mundo", expõe que esse conceito encontra-se deturpado no Brasil, a medida que os investimentos destinado para a educação só decrescem, consoante as pesquisas do jornal Data Folha.

Diante dos fatos supracitados, faz-se necessário que o governo em parceria com o Ministério da educação e demais autoridades competentes, por meio de legislação específica, proibir determinados comentários que venham a causarem danos aos direitos da população. Além disso os professores devem levarem esse assunto para as salas de aulas, com o objetivo de instigar o debate social, como também outras medidas  para resolver o transtorno, porém de acordo com Oscar Wilde “O primeiro passo é o mais importante para a evolução do homem ou da nação”.