A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede
Enviada em 02/09/2019
A lei Carolina Dieckman foi imposta, após a atriz ter suas fotos pessoais vazadas pela internet. Entretanto, mais crimes surgem online evidenciando a irresponsabilidade no ambiente virtual. Com efeito, crimes de ódio e cyberbullying na rede tornam-se mais comuns pelo crescente uso das redes sociais e falta de debates.
Sob uma primeira análise, as escolas e a família tem um papel fundamental na educação de jovens e crianças. A esse respeito, redes de educação podem promover palestras e atividades em grupo sobre o tema e no ambiente familiar a supervisão é fundamental para definir os limites da internet e os perigos. Ocorre que, a liberdade de expressão vem acompanhadas de leis que devem ser seguidas.
De outra parte, o uso de redes sociais tem crescido absurdamente acompanhadas de ‘‘memes’’(viralização na internet) e fake news. Nesse viés, um ambiente que deveria ser divertido é usado para inferiorizar e causar polêmicas com notícias falsas. Desse modo, gerando uma série de problemas psicológicos como, ansiedade, depressão ou insolamento em alguns casos suicídio pela falta de empatia ao próximo.
Impede, pois, que o tema crimes de ódio e cyberbullying deve ser uma tema tratado com relevância. Para isso, é necessário que o Governo ofereça campanhas por meio da mídia televisiva para que a sociedade entenda os limites das redes virtuais. Os indivíduos, por sua vez, podem problematizar a respeito do assunto pelas mídias sociais para que mais casos como da atriz Carolina Dieckman não ocorram e possam ajudar.