A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede
Enviada em 25/09/2019
Difamação, calunia, preconceito e agressões, estão entre os maiores problemas a serem enfrentados por usuários na internet. Amparados pelo aparente anonimato, muitos internautas cometem crimes na rede sem medo de punição, intensificando ataques nocivos com consequências , muito danosas para as vitimas. Sob esse aspecto, convém analisarmos as principais causas, consequências e possível medida a esse impasse.
Segundo Jean Paul Sartre, o homem é condenado a ser livre. Nessa logica, muitas pessoas se sentem livres para cometerem crimes de ódio e cyberbullying na rede. De acordo com o portal Carta Capital em 2017, foram feitas mais de 60 mil denuncias de crimes cibernéticos, o que esta ligado ao anonimato que dificulta as punições para os crimes, que é inadmissível. Faz-se imprescindível, portanto, a dissolução dessa desse problema.
Outrossim, é valido ressaltar que as consequências dessas transgressões, muitas das vitimas ao serem agredidas e difamadas ou expostas ao denunciar e não obterem a punição devida ao seus agressores, ficam psicologicamente abaladas, podendo levar a depressão ou ao suicídio. Como exemplo a Ammy Everett, uma menina de 14 anos que se suicidou ao ser vitima de cyberbullying por algum tempo. Desse modo é inaceitável que essa situação perdure por mais tempo, fazendo mais mártires.
Em suma, são necessárias medidas á de solucionar esse impasse. Portanto, o Governo deve criar leis mais rígidas para usuários da internet, que torne obrigatório a identificação nas redes sociais que principal âmbito dos crimes virtuais, e punições mais rígidas para os infratores, por intermédio da Policia Federal para a fiscalização das redes e do cidadão para denunciar crimes de ódio. Como resultado os crimes devem diminuir consideravelmente pois dificultando o anonimato e rigidez nas leis, será difícil cometer tais atrocidades e evitar que mais pessoas sucumbam a depressão e ao suicídio para escapar.