A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede
Enviada em 23/08/2020
Com o fenômeno da globalização iniciado a partir da Revolução Industrial, a internet tornou-se cada vez mais presente na vida pessoal. Entretanto, muitas pessoas acreditam que tudo e permitido nas redes sociais, o que gera o cyberbullying e discursos de ódio. Diante disso, a falta de fiscalização na rede e o preconceito e um impasse na sociedade brasileira.
Em primeiro plano, a falta de fiscalização na rede permite que aconteça o cyberbullying. Dessa maneira, é importante destacar que segundo o Código Penal: calúnia, injúria ou difamação praticado em meio virtual é considerado crime. No entanto, devido a falta de uma fiscalização efetiva estes tipos de insultos estão cada vez mais mais normalizado pela sociedade. Muitas das vezes, as pessoas criam contas fakes e praticam por pensar que a internet é uma terra sem lei ou por apenas estar atrás de uma tela sem nenhuma fiscalização ao redor.
Em segundo plano, vale ressaltar que o preconceito é um fator contribuinte para a piora do impasse. De acordo com a pesquisa feita pela equipe vpnMentor, das 695 pessoas do público LGBTQ+ entrevistados, 73% dos indivíduos denunciaram ataques ou assédios pessoais online. Diante disso, observa-se que o público LGBTQ+ não é muito aceito devido ao preconceito o que gera atos de violência no meio virtual. Assim, é indispensável o debate acerca da violência virtual.
Portanto, medidas são necessárias e urgentes para minimizar os impasses relacionados ao cyberbullying. Sendo assim, é necessário que o Governo dê o apoio necessário as vítimas da violência virtual por meio de acompanhamentos psicológico com profissionais capacitados, para que as pessoas vítimas possam se sentir acolhidos. Cabe ao Ministério da Educação invista em palestras nas escolas por meio do diálogo e da participação ativa, com o intuito de formar adultos mais empáticos e tolerantes com as diferenças.