A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede

Enviada em 06/11/2020

No século XX, no auge da Guerra Fria, surge a internet nos Estados Unidos como meio de revolução tecnológica, no fim desse período e com o aumento progressivo da globalização, tornou-se popular no Brasil na década de 90, o uso da internet no meio da sociedade de forma mais intensiva. Hodiernamente, é comum o uso dessa tecnologia, no entanto, cabe ressaltar que o malefícios trazidos, como os crimes de ódio e cyberbulying nas redes, ocasionam-se em duas principais problemáticas: A saúde psicológica das vítimas e o assédio moral árduo cometido pelos internautas.

Em primeira análise, convém referir a higidez mental das vitimais de cyberbulying, o qual causa diversos transtornos psicológicos, como depressões, ansiedade e em casos mais drástico suicídios. Segundo o artigo publicado pela BBC Brasil, os números de depressão entre o jovens - faixa etária mais afetada por essa classificação de crime - nos últimos anos são alarmantes, sendo que cerca de 30% decorrem devido ao bullying, que estende-se também ao cibernético, tendo por consequência, uma sociedade reprimida e com dificuldades de manter relações sociais, e acarreta-se em algo mais ponderoso, mais concretamente, o famoso suicídio.

Por consonância, vale acentuar que o assédio moral praticado virtualmente, é um crime extremamente inaceitável. Conforme o código penal, ações como essas, são cabíveis de prisão e indenizações as vítimas, ponderando o quão crítico são tais condutas. Partindo dessa premissa, a internet por ser de livre acesso para expor fatos e opiniões, os internautas cometem ofensas dolosas, que resultam em exaustão e tornam as redes de internet, lamentavelmente, vilã. Ademais, no artigo 5º da Constituição Federal de 1988 " são invioláveis a honra e imagem das pessoas", assegurando que as vítimas sejam conservadas de tal assédio.

Torna-se evidente, portanto, que o bullying cibernético, sucede em danos na saúde psicológica e perniciosos assédios morais. Nesse viés, compete ao Governo, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, criar fiscalizações virtuais para identificar os ações desrespeitosas feitas pela internet, por meio de softwares inteligentes que captem palavras suspeitas, juntamente com botões de denúncias “full time”, tendo por objetivo, que as vítimas sintam-se mais protegidas e seguras quanto as navegações. Além disso, as redes sociais, como forte elemento de persuasão, deve fazer parcerias com os influenciadores digitais, para criarem campanhas contra a esse tipo de crime. Desta forma, o número de crimes digitais, seria reduzido de forma plausível, e  por resultância, obteria-se uma sociedade mais hígida e sociável, sem panes que afetam a moralidade.