A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede

Enviada em 03/12/2020

No limiar do século XXI a internet é um dos maiores veículos de comunicação, no qual boa parcela da  população tem acesso. Destarte, apesar de ser um recurso muito importante para a sociedade, essa ferramenta pode ser utilizada como vilã através da prática de crimes de ódio e cyberbullying, e assim, gerar problemas de autoestima e contribuir para disseminação do preconceito dentro da sociedade.

Sob essa ótica, “Tornou-se aterradoramente claro que a nossa tecnologia se sobrepõe a nossa humanidade” como bem coloca o físico Albert Einstein, e por isso um grande número de usuários da internet a utilizam para cometer crimes de ódio e malfeitorias, e como consequência individuos tem a sua autoestima afetada, principalmente em publicações feitas no “Instagram” ao serem bombardeadas de comentários racistas e preconceituosos.

Nesse viés, o cyberbullying - ato de ofender o ouro utilizando a rede social, - , está cada vez mais enraizado no nosso meio social, como ocorreu com a filha de Giovanna Ewbank, Titi, após uma publicação da foto da criança realizada pela atriz em sua rede social, foi exposta a  vários comentários ofensivos como “cabelo de Bom Bril”, o que evidencia o fato de que a internet apesar de ser uma ferramenta crucial para a maioria, pode ser usada de forma maldosa e contribuir para a disseminação  do preconceito.

Diante disso, faz-se imprescindível que os crimes de ódio e o cyberbullying deixem de ser uma realidade, e a internet seja usada de forma positiva, através da atuação do poder Judiciário atrelado ao poder executivo, para o fiscalização de leis e a criação de novas, por intermédio do cumprimento da lei nº 7.716, DE 5 de janeiro de 1989, que garante a punição para aqueles que cometem atos preconceituosos, e a criação  de leis mais rígidas, com multas de alto valor, que fomentem a garantia do respeito nas redes sociais. Dessa forma a sociedade avançará e terá os seus direitos garantidos.