A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede

Enviada em 04/12/2020

Apesar de ser considerado contemporâneo, a internet foi criada durante a guerra fria com objetivos militares, para intensificar os meios de comunicação entre os norte-americanos. Entretanto, com o mal uso de suas tecnologias levou a ser considerada uma vilã do século XXI: crimes de ódio e cyberbullying aumentou drasticamente na sociedade atual. Nesse viés, é notório que deve existir limites ao utilizar essas ferramentas tecnológicas, para que não seja feridos os direitos dos usuários.

Sob esse prisma, pesquisa feita no Brasil aponta que 66% dos jovens entre 8 a 16 anos já presenciaram alguma formar de ódio na internet. Isso ocorre em função de ser considerada terra de ninguém, que por falta de fiscalização, autores de ameaças e insultos ficam impunes de seus delitos e continuam a praticas maliciosa. Em virtude da ausência de bom senso dos agressores muitos inocentes acabam por pagar o preço fora da rede de navegação.

Nesse contexto, é possível observa que o cyberbullying tem como o principal pilar o poder de ficar anônimo, assim, segundo o pesquisado Ronald Iannotti e mais provável que as vitimas se sintam isoladas, desumanizadas e impotentes no momento do ataque, devido não saber quem foi o acusador. Por isso, visto que as consequências são maiores perante a sociedade.

diante disso, é indispensável que a visão de uma internet como vilã seja mudada perante a comunidade mundial, para tanto faz-se imprescindível que o poder legislativo em parceria com o ministério da cidadania estimule a criação e fomentem leis de fiscalização de conteúdos maliciosos nas redes sociais. A partir dessas mudanças, a sociedade avançará, e haverá a garantias dos direitos fundamentais e dignidade para todos.