A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede
Enviada em 18/04/2021
A internet é como um quadro em branco, onde cada um escreve o que quer sem ninguém saber quem escreveu. Esse pensamento faz com que os usuários utilizem a rede de forma que prejudique outras pessoas atacando-as por motivos etnicos, sociais ou sexuais, que podem causar danos psicológicos na vítima. Desse modo, cabe verificar quais fatores permitem a existência dos crimes digitais e quais suas consequências na contemporaneidade.
A utilização do anonimato provido pela rede para o usuário dificulta o rastreio dos usuários. Dessa forma o indivíduo sente-se impune praticando várias atividades criminosas com baixas chances de ser rastreado, como por exemplo o cyberbullying, que ataca a integridade psicológica e social do indivíduo. De acordo com o Olhar Digital, o cibercrime aumentou 300% no Brasil durante a pandemia por causa do uso mais frequente de computadores.
Como também, os ataques frequentes de cyberbullying durante a utilização do método de estudo a distância pode causar danos psicológicos severos. De forma que a utilização de humilhações de um indivíduo por outro na internet, repercute de forma mundial pela alta escalabilidade que a internet possui, e já que o valentão sente-se seguro numa renda anônima, não ocorre as penalidades adequadas. Uma vez que, um estudo realizado pelo jornal publico.pt com 485 jovens informou que 40% dos praticantes de cyberbullying o faziam para se reafirmar para os colegas de turma ou por se sentir feliz e estar num ambiente seguro.
Fica claro, portanto, que o Brasil enfrenta uma grande dificuldade no combate ao ciber crime. Dessa maneira, o governo federal deve estimular os cidadãos em conjunto com as redes televisivas para informar as consequências desse ato, e aumentar as penalidades para quem as exerce. Além disso as escolas e comunidades devem fazer campanhas sociais para inclusão de estudantes para repremitir práticas de cyberbullying.