A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede
Enviada em 12/04/2021
A internet pode ser vista como uma ferramenta útil e prática para o uso diário, porém, não possui apenas benefícios, pois, crimes de calúnia, insultos e difamações resultam no cyberbullying, fazendo com que a internet seja considerada vilã. Na série, da plataforma Netflix, “Quem Matou Sara?”, Bruno possui uma família que esconde diversos segredos, no qual, em um dia, têm seu pai e avô acusados de assassinato, o que desencadeou que seus colegas de turma publicassem diversas montagens maldosas relacionados a ele e sua família.
Em primeiro lugar, é visível que os crimes de discurso de ódio são, relativamente, mais fáceis de serem cometidos por internautas maldosos. Cuja, essas atitudes maléficas são feitas por indivíduos que ao considerarem a interweb como “terra de ninguém”, supõem que que possuem o direito de praticar o que quiserem, contra quem quiserem.
Em segundo lugar, é perceptível que boa parte dos usuários das redes sociais já sofream cyberbullying de diferentes maneiras (comentários maldosos, exposições e xingamentos). Segundo uma pesquisa feita pela UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), cerca de 37% dos indivíduos ativos na internet já foram vítimas de crimes virtuais, mas que por medo optaram pela falta da denúncia.
Dessa forma, conclui-se que o cyberbullying afeta em grande parte os usufruidores da internet, portanto, Ministério da Justiça e Segurança Pública em companhia com Governo Federal, deve, por meio de uma reunião impor, inicialmente, aos grandes sites que contém com um sistema que exclua em imediato postagens ou comentários que afetem de forma perversa outros indivíduos, caso contrário terão de arcar com uma multa. Também, exibirão em propagandas de TVs, comercias de alerta referente caso ocorra uma situação de crime virtual e como a denúncia pode ser um grande aliado, fazendo assim com que os casos de cyberbullying diminuam e que os realizadores sejam incriminados.