A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede
Enviada em 21/04/2021
Estamos vivendo na era das redes sociais, o qual, a comunicação é mais rápida e prática, porém muitos estão usando desse meio para transmissão de ódio e essa prática é denominada de cyberbullying. Em uma pesquisa feita pela Intel Security com 507 crianças e adolescentes entre 8 a 16 anos apontou que 66% presenciaram cyberbullying. Dessa forma, é visível que essa prática tem um efeito negativo ainda mais ampla que o bullying.
Sob esse viés, o cyberbullying tem maior propagação, principalmente no twitter, onde contém a chamada “militância”. Essa militância, começou de maneira inofensiva, e agora está tomando grandes proporções e sendo transmitida de maneira errada, pois os jovens ao invés de alertar estão utilizando deste nome para transmitir ódio entre as pessoas.
Em segunda análise, essa prática pode levar a morte de uma pessoa, visto que as proporções são ainda maiores em comparação com o bullying. O filósofo francês Jean-Paul Sartre afirma, “A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota”, ou seja, independente do ambiente onde essa ridicularização ocorra, isto ainda é um crime. Logo, é evidente que o cyberbullying é uma prática de ridicularização não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.
Portanto, o Governo municipal – a quem cabe a criação de políticas públicas de assistência e representação a todas as classes sociais – promova campanhas para que crianças e adolescentes se sintam seguros em ambientes virtuais através de consultas psicológicas, e rodas de conversas para abrir-se e ter um conhecimento sobre o que fazer em situações como essas.