A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede
Enviada em 27/04/2021
A proteção dos inocentes
O cyberbullying vem se tornando um problema crescente desde a chegada da quarta fase da globalização, fazendo hajir uma maior acessibilidade a quaisquer tipos de tecnologia, e atualmente 4.1 bilhões de pessoas no mundo já tem acesso a internet de acordo com a ONU, junto com esse crescimento de tecnologias houveram também o aumento de crimes feitos de forma virtual, sendo o cyberbullying um deles, criando conflitos que acabam muitas vezes de forma involuntária no lado da vítima que acaba por sofrer destes ataques, perseguida a qualquer lugar e a qualquer hora, possibilitado pela falta da necessidade de um contato físico, assim, este tipo de agressão acaba tendo uma maior eficácia na tentativa de machucar e ofender o próximo, e acaba por se configurar pelos crimes de calúnia, difamação, insultos e outros.
Este problema afeta principalmente o jovem estudante, que sempre foi o alvo principal desse tipo de ataque nas escolas, que acaba por muitas vezes causar traumas para a vida dessa criança que muitas vezes de forma involuntária e indefesa é acometida no meio de outras crianças que tentam pertubar a vida de um outro inocente, e aqueles que não procuram nenhum tipo de ajuda e tentam sofrer sozinhos, são os que precisam de ajuda, meninos e meninas que não sabem como se defender e lidar com essa agressão psicológica causada pela falta de monitoramento dos responsáveis pela criança que comete essas ações, que se sente impune e no direito de poder fazer o que quiser na internet, tendo em sua cabeça aquele mesmo dilema de “a internet ser uma terra sem lei”. Apesar de tudo, os que mais precisam ser tratados e cuidados nessa história são os que causam esses incidentes, que muitas vezes não recebem atenção daqueles com quem convive junto, causando assim uma carência emocional que precisa ser suprida ou extravazada em cima de outra pessoa, causando este tipo de fatalidade.
Concluindo, uma forma eficaz de poder diminuir esses casos de cyberbullying, seria que a escola promovesse mais campanhas contra esse problema e tratem de forma mais séria, por ter o perigo de afetar a vida inteira de um de seus estudantes, através de um contato direto com os pais dos alunos e os próprios alunos com reuniões mensais para que monitorem o estado emocional de seus alunos de forma frequênte, podendo ajuda-los em suas vidas pessoais para evitar estes conflitor, e haver um maior presença dos pais na vida de seus filhos, assim previnindo uma grande quantia desses ataques ao prórpio filho e aos seus colegas.