A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede
Enviada em 22/06/2021
Nos dias atuais a internet está mais presente do que nunca, a partir de muitas crianças pequenas tendo acesso desde novas até o uso para o ensino EAD e trabalhos em casa. Não pode-se negar que a internet é algo indispensável para as pessoas atualmente, já que tem diversas utilidades, porém é necessário observar que tudo tem seu lado negativo.
De acordo com uma pesquisa feita pelo IBGE sobre o Brasil, sete a cada dez pessoas fazem uso das redes sociais e internet, o que é aproximadamente 181,1 milhões de brasileiros, a partir de dez anos. Com tantas pessoas assim inseridas na rede e com a falta de monitoramento é fácil os usuários serem enganados ou até mesmo sofrer com comentários de ódio. Todo aplicativo ou site que utiliza, em sua maioria é preciso fazer um login, onde coloca-se as informações pessoais e por conta de uma administração falha, pode ocorrer de pessoas que não utilizam o acesso a elas, terem.
Além da falta de privacidade, segundo a UNICEF, 37% dos jovens brasileiros já sofreram com o cyberbullying, seja pela falta de conhecimento ou o uso desenfreado da internet. A pedofilía é outro aspecto muito comum no uso da tecnologia, pois criar perfis falsos e enganar a pessoa que está do outro lado da tela é algo simples de se fazer, como foi o caso de duas adolescentes, no ano de 2016, que ao terem suas fotos íntimas vazadas por um suposto webnamorado, se suicidaram.
Dessa maneira, chega-se na conclusão que mesmo algo útil, o uso da internet deve ter mudanças para um melhor aproveitamento da mesma. Uma das melhorias que podem ser feitas, seria o desenvolvimento de um aplicativo que identificaria sites perigosos, maliciosos e hackers. Ademais, uma divulgação de como utilizar a internet comum e fazer denúncias quando houver insultos, preconceitos, etc. Todas essas mudanças possibilitaria uma melhor experiência, e mais segura também, das pessoas na rede.