A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede

Enviada em 10/07/2021

No filme americano “Bullying Virtual”, é narrada a história de Taylor Hillridge, uma adolescente comum, que ganha um computador de presente de aniversário e logo cria um perfil em uma rede social. Assim, vítima de cyberbullying, ela passa a ser rejeitada pelos conhecidos no “mundo real” e tenta superar o drama trocando experiências com pessoas que sofreram o mesmo tipo de humilhação. Fora da ficção, é fato que essa violência virtual é um problema enfrentado no contexto brasileiro. Isso se dá, principalmente, pelos jovens que ao utilizar a internet, expõe cada vez mais sem ao menos perceber o problema e pela ausência de uma orientação educacional vinda do estado.

De acordo com a UNICEF, no Brasil, 37% dos jovens brasileiros entre 13 e 24 anos já foram vítimas de cyberbullying e as redes sociais foram palco para a maioria dos crimes. Segundo o filósofo e sociólogo polonês Zygmunt Bauman, as redes sociais são muito úteis, serviços muito prazerosos, mas são uma armadilha. Em vista a tal citação, é possível afirmar que por mais que a rede social seja uma das formas de comunicação mais importantes do Séc. XIX, todo o cuidado é essencial ao compartilhar informações com um indivíduo que não se conheça. Caso o contrário, matar essas violências podem apresentar sérias consequências de saúde como depressão, transtorno de ansiedade e síndrome do pânico.   Outrossim, é necessário apresentar que a licença de ações estatais faz com que esse caso se fortaleça. Conforme o filósofo Platão, a orientação inicial que alguém recebe da educação também marca a sua conduta ulterior. Dessa maneira, verifica-se que os nós cometem cyberbullying devido à inexistência de uma orientação educativa, visto que as escolas não orientam os estudantes sobre os danos que essas agressões geram. Logo, é notório que a ausência de ações estatais colabora para essas dificuldades. Então, é necessário tomar as providências cabíveis.

Portanto, medidas devem ser eliminadas para o combate a tais crimes. Logo, é preciso que o Ministério da Educação em conjunto com a Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente criem um mecanismo de palestras e aulas nas escolas para os alunos informando como identificar o cyberbullying e o que fazer quando por uma vítima do ato. Ademais, é necessário que, a mídia realiza através de campanhas publicitárias sobre os cuidados quanto a utilização da rede social e como as catadas podem superar essa agressão virtual. Sendo assim, os impactos gerados por esses meios de agressão serão expressamente minimizados.