A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede
Enviada em 17/07/2021
O filme “Reality High”, apresentado na Netflix, mostra a pernonagem Dani sendo vítima de insultos e calúnias através de um vídeo publicado nas redes sociais. Embora fictício, o filme retrata crimes sofridos por muitos brasileiros, já que o cyberbullyng é uma realidade no país. Tal questão é causado pelo mal uso da internet na sociedade e consequentemente a propagação de ódio.
Primeiramente, as pessoas começaram a usar a internet como algo livre de opiniões. Segundo Simone Beavoir “O mais escandoloso dos escândalos é que nos habituamos a eles”, ou seja, mesmo rodiado de erros a população se acostuma com a situação. Analogamente, a citação, a internet tornou-se um espaço tão comum de cyberbullyng que os usuários das redes sociais não se assustam mais com comentários ofensivos. Logo a adptação ao rancor e a falta de denúncias prevalecem.
Ademais, a prática errada nas redes sociais propagaram os crimes de ódio. Conforme Albert Eisten “Tornou-se aterradoramente claro que a nossa tecnologia ultrapassou a nossa humanidade”, em outras palavras o desenvolvimento acabou com a empatia ao próximo. Em síntese, a tecnologia que proporcionou o uso da internet reverteu do avanço para o desrespeito. Efetivamente a intolerância dominou as redes sociais.
Portanto, cabe a mídia _ instrumento de ampla abrangência _ ensinem as pessoas a não tolerarem o cyberbullyng e denunciarem os crimes, por meio de vídeos explicativos e propagandas que foquem na acusação dos agressores, afim de aumetarem os casos denunciados. Paralelamente, cabe a escola, informar desde a infância como a internet pode propagar coisas boas e ruins dependendo de nossas atitudes, como o caso de comentários ofensivos, por meio de palestras e atividades que instruam o respeito dentro e fora das redes socias, com o propósito de formar adultos conscientes de suas ações. Assim, histórias como mostrada no filme Reality High não sejam mais uma realidade no Brasil.