A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede
Enviada em 15/07/2021
Ao longo fo filme “Bullying Virtual”, a personagem principal luta contra as consequências cruéis do cyberbullying, essas geram mudanças irreversíveis em seu psicológico e vida social, dessa forma, é possível compreender os impactos lamentáveis no corpo social e os danos prejudiciais enquanto ser humano causados pelo ódio distribuído em plataformas que são de fácil acesso na internet, as quais não procuram oferecer vias mais firmes para evitar a propagação inegostável de comentários atrozes. Logo, é indubitável a essencialidade em buscar artifícios para o combate ao compartilhamento de comportamentos irracionais e desumanos.
Nesse sentido, a teoria de Pierre Bourdieu apresenta a ideia de um sistema hierárquico, em que diversas variações são responsáveis por determinar a posiçaõ social de um indivíduo, diante disso, é exequível a percepção de que muitos perfis falsos em redes, os chamados “fakes”, criam uma sensação de superioridade e proteção a pessoas as quais utilizam meios de comunicação para o alastramento de manifestações de ódio, a segurança estabelecida por apenas uma tela estimula diretamente essas ações deliberadas. A Primavera Árabe exemplifica a força da mídias sociais, eventualmente, a concepção de poder da internet é visível, por isso, é importante a criação de métodos preventivos para minimizar os efeitos do cyberbullying.
Ademais, são cada vez mais frequantes a ocorrência de linchamentos virtuais, casos de famosos sofrendo retaliações tornaram-se parte do cotidiano de quem utiliza a internet, em 2020, a história da cantora Luiza Sonza popularizou-se, os xingamentos machistas e bifóbicos recebidos em redes sociais prontamente abalaram a sua saúde mental. A influência de atos irresponsáveis induzem pessoas a cometerem práticas abomináveis contra indivíduos, seja por cor, orientação sexual ou até mesmo partido político. Portanto, é indispensável ações consistentes e diligentes capazes de diminuir a disseminação de ódio.
Em suma, é incontestável o quanto tornaram-se constantes os ataques de hostilidade na internet, de tal forma que, as plataformas devem criar medidas mais pragmáticas para evitar os comentários danosos e punir severamente os que distribuem esse tipo de conteúdo. O legislativo deve intervir com leis rígidas e efetivas. Além disso, palestras em escolas são aptas a instruírem os jovens a desde cedo a propagarem o respeito, para que, a internet possa vir a ser um lugar harmonioso e empático.