A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede
Enviada em 24/07/2021
Recentemente a cantora Ludmilla divulgou diversos twittes de ódio que recebia em seu instagram, eram em sua maioria, discriminação a sua cor de pele. O problema vivido pela cantora é conhecido como cyberbullying, que são crimes cometidos através da internet, e que acomete às mais diversas pessoas. O que deixa evidente o descaso de instuições e da massa de pessoas para com o assunto.
Em primeiro plano, é sabido que a descriminação é semeada há muito tempo, principalmente em ambientes escolares. Apelidos, piadas, e até mesmo atos de violência fisíca fazem parte do bullying, que saiu de ambientes fisícos para o ambiente virtual com palavras de ódio e em alguns casos, ameaças de morte e estupro. Como dizia o ativista Martin Luther King “O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”, o contexto abordado torna-se preocupante quando nota-se um grande silêncio dos espectadores do cyberbullying, que por muitas vezes assistem o problema, mas não denunciam.
Ademais, vale ressaltar, que os comentários, as piadas, as descriminações que caracterizam o cyberbullying deixam marcas e danos, por vezes permanentes em suas vitímas. Um caso bastante recente, é o da cantora Luísa Sonza, que se viu obrigada a deixar suas redes sociais por um determinado tempo, por conta de seu estado mental criticamente abalado por palavras de ódio dirigidas a ela na internet. O psicológico abalado é uma porta de entrada para diversas doenças mentais, como a depressão, que acomete milhares de pessoas no mundo.
Verifica-se, portanto, os diversos malefícios que o cyberbullying causa na vida de suas vítimas. Neste sentido, é imprescindível que o Ministério da Educação em parceria com instituições privadas produzam campanhas de formação, visando alertar os danos que o bullyin virtual pode fazer a alguém, trazendo dessa forma informação e lutando para que a internet como um todo seja um lugar tranquilo e não um lugar de agressoões virtuais.