A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede
Enviada em 17/08/2021
Na obra ’’ Utopia ’’ do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita. Porém, nota-se na realidade atual o oposto do que o autor prega, uma vez que o combate contra crimes virtuais e cyberbullying apresenta barreiras. Dentre tantos fatores relevantes, destacam-se: omissão do Estado e o dinamismo da rede.
A princípio, vale ressaltar que as ações do Estado maximizam o problema, por causa da falta de mecanismos que coíbam crimes virtuais, por exemplo, o fake news: usado para criar ou alterar um fato sobre alguém ou determinado grupo, a fim de promover o ódio. Assim, tal fato diverge do pensamento de Thomas Hobbes: o Estado é responsável por garantir o bem-estar social. Dessa forma, vê-se necessário atos Estatais mais progressistas.
Ademais, convém citar os indivíduos que utilizam dinamismo da internet de modo ilegal. Consequência disso, segundo o site ’’ Uol ‘’, são os aumentos de violência nas escolas, visto que os alunos muitas vezes acabam cometendo cyberbullying, ao provocar constrangimento à um colega em redes sociais, refletindo em acerto de contas nas escolas, por meio de brigas. Nesse viés, entende-se a ótica prejudicial do dinamismo da rede.
Logo, medidas são essenciais para amenizar o impasse, acerca das entraves supramencionadas. Nesse sentido, o Ministério da Educação deve elaborar um projeto de lei, que será entregue ao Poder Legislativo, requerendo o aumento no repasse de verbas a Polícia Civil para investir em ferramentas no combate a ações ilegais via internet, processo a ser mediado por analistas do ministério, com o fito de alcançar os ideais de More.