A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede
Enviada em 24/10/2021
Na Primavera Árabe, manifestação social realizada no Egito contra a organização governamental, utilizou as redes sociais para alcançar maior número de aliados em prol do bem comum.No entanto, as redes midiáticas atualmente, encontram-se como principal forma de propagação do cyberbullyng, ora pela ausência de empatia, ora pelo despreparo civil.
Em primeiro plano, é possível afirmar que o ato de ridicularizar alguém acontece desde os tempos remotos, sobretudo nas instituições escolares que são os principais cenários de prática do bullying. Com a evolução tecnológica os ataques se disseminaram também pela internet, exemplificando, pode-se mencionar a novela, da emissora SBT, “Chiquititas” na qual apresenta o bullying tecnológico por meio de um blog escolar. A vítima é uma adolescente que tem o isolamento social como sequela. Fica evidente ausência de empatia dos praticantes já que não se interessam nos impactos emocionais causados a vítima.
Em segunda instância, observa-se que a carência de empatia é decorrência do despreparo civil. Segundo o filósofo Pitágoras, é necessário educar as crianças, para não precisar punir os homens, de forma análoga à indealização do filósofo, a prática do cyberbullying é fruto da escassez educacional, de forma que não conduz as futuras gerações a praticar a harmonia comunitária.
Sendo assim, conclui-se que parar abominação da ridicularização minoritária na internet, é preciso do Ministério da Educação, em parceria com as escolas, realize projetos direcionando jovens e crianças a praticar boas ações que respeite os outros cidadãos. Dessa forma, ocorrerá uma conscientização sobre as consequências do cyberbullying, por meio de palestras educativas que transformará o meio digital em uma ferramenta benéfica como na Primavera Árabe.