A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede
Enviada em 07/11/2021
No mundo após meados do século XX, com o advento da terceira revolução industrial, intensificou-se o acesso a utilização da internet. Nesse contexto, crimes de ódio e práticas de cyberbullying tornaram-se um vilão do qual a sociedade precisa combater imediatamente, pois cada dia vem intensificando está prática.
A priori vale ressaltar que segundo Albert Einstein, a tecnologia ultrapassou de forma aterradorente a nossa humanidade. A exemplo temos aumento no número de denúncias de cyberbullying e crimes de ódio na internet cresceu em 500% entre 2012 e 2014 segundo a Sarfenet. Além disso, as vítimas desse tipo de assédio apresentam como consequências o desenvolvimento de transtornos como depressão, ansiedade, isolamento social e em casos extremos o suicídio.
Contudo, o problema está longe de ser resolvido. A dificuldade de se combater a esse crime por ser em um ambiente virtual, o que impede, muitas vezes, a indentificação dos criminosos. Além disso, a falta da participação da sociedade por denúncias, ademais, o desconhecimento do Código Penal Brasileiro que considera os crimes virtuais como delito são alguns dos fatores que influenciam para a manutenção desse quadro.
Portanto, medidas devem ser efetuadas para se atenuar esse problema. O governo juntamente com órgãos como a DEICC - Delegacia Especializada de Investigações de Crimes Cibernéticos devem investir no desenvolvimento de tecnologias que facilitem o combate a esses crimes, além disso, investir na contração e especialização dos profissionais. Ademais, ONG’s devem promover nas redes e mídias sociais como o facebook e twitter campanhas que tenham como o objetivo conscientizar a população acerca das consequências das agressões virtuais e informar locais que disponibilizam ajudar para as vítimas, como o número telefônico do Centro de Valorização da Vida. Além disso, o Ministério da Educação juntamente com as secretárias Estaduais de educação devem promover palestras para alunos e familiares no combate ao bullying.