A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede

Enviada em 13/11/2021

Décadas atrás, na maioria dos casos, a Internet era usada para fins científicos, mas, mesmo assim, apenas aqueles com poder aquisitivo acima da média podiam usufruir dos benefícios da Internet. No entanto, no mundo de hoje, a Internet se tornou popular e, para a maioria das pessoas, acessá-la se tornou uma tarefa simples e fácil. Uma das principais consequências desse crescimento desordenado são os crimes de ódio e o cyberbullying, ambos realizados online. É importante destacar que, desde a década de 2000, a Internet, não só no Brasil, mas também no mundo, se popularizou e se tornou um meio eficaz de conexão com outras pessoas - por meio das redes sociais. Porém, a Internet não trouxe apenas benefícios: o comportamento de bullying que antes era realizado no ambiente físico migrou para o mundo virtual. Isso ocorre principalmente porque a Internet é um meio em que todos são anônimos. Portanto, a rede social de hoje é uma arena de crime, crime e violência. Nesse sentido, as consequências do uso indevido da Internet são diversas. Não são apenas vítimas de cyberbullying, mas também vítimas de outros crimes cibernéticos (como o racismo nas redes sociais), tanto física como psicologicamente, são afetados. De acordo com uma pesquisa realizada em conjunto pelo Ministério de Tecnologia e organizações não governamentais relacionadas à violência digital, 53% das vítimas de cyberbullying entram em depressão. Embora o poder legislativo tenha se mostrado eficaz na construção de leis para amenizar esse problema, a sociedade e o país ainda precisam se livrar da inércia. Portanto, é obviamente necessário encontrar uma possível solução para este problema social. O Ministério da Educação deve alterar o currículo dos alunos de escolas públicas e privadas e adicionar uma nova disciplina para tratar de questões relacionadas a crimes de ódio e cyberbullying. Portanto, por meio da educação e da ética, o cyberbullying será derrotado.