A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede
Enviada em 23/03/2023
A Constituição de 88 garante a todo individuo direito ao bem estar. Contudo, quando se discute a problemática dos crimes de ódio e cyberbullying na rede nota-se que essa lei não se aplica a todos. Diante disso, é importante discutir como a falta de respeito e empatia agravam essa temática.
Diante desse tópico, de inicio, é válido discutir também como a ausência do respeito amplia esse tema. A revolução industrial veio atrelada ao avanço tecnológico, ou seja, o ambiente virtual se tornou cada vez maior e isso fez com que as pessoas entrem nesse meio, o que ocasionou diversos tipos de violência praticadas por pessoas sem o mínimo respeito e muitas vezes não identificadas, os famosos perfis “fakes”. Na atualidade, ainda presenciamos cada vez mais o avanço dessa tecnologia, e desses crimes virtuais, e isso acaba gerando ansiedade e muitas vezes suicídio. Diante disso, é válido discutir como a falta de respeito agrava essa situação.
É importante discutir também, como a ausência de empatia amplia esse tema. Na série Elite, uma das personagens tem sua foto íntima vazada e os outros alunos da escola fazem comentários maldosos e isso mexeu muito com o seu psicológico. Fora de ficção, esse cenário também está presente pois as pessoas não se colocam no lugar do outro de forma devida. Situções como esta acaba gerando depressão e problema com a própia aparência. Por isso, é nítido que a falta de empatia é um agravante desse tema.
Diante do exposto, é válido ressaltar como a falta de respeito e empatia agravam intensamente essa temática. Por isso, os pais devem educar seus filhos por meio de conversas e ensinamentos comportamentais para evitar a propagação dessa violência. Somado a isso, as escolas devem promover eventos multicuturais para o seu público por meio de palestras e mostrar a gravidade desse crime. Assim, os crimes de ódio e cyberbullying na rede deminuirão.