A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede

Enviada em 14/05/2025

Antigamente, a disseminação de informação era seleta, ocorria apenas por profissionais da área. Atualmente, com o advento das redes sociais, todo usuário pode divulgar seu pensamento sem pudor algum, ocasionando na transmissão de ódio. De fato, a problemática é agravada pela impunidade de crimes virtuais.

Primeiramente, é relevante abordar os crimes que ocorrem na internet são reflexos dos que já acontecem fora da rede. De acordo com Marck Zuckerberg, criador do Facebook, as redes sociais transformam o mundo em um lugar transparente. Nesse sentido, os crimes situados no digital são um problema social, e não um resultado do surgimento das redes. Dessa maneira, o causador do problema não é a tecnologia, mas sim, o usuário que tem a intenção de destilar ódio. Sendo assim, é notável que o vilão não é a internet, mas quem a utiliza sem pudor.

Ademais, a ausência de punições adequadas aos criminosos virtuais contribuem para a persistência da violação. No momento presente, o aplicativo X, antigo Twitter, tem sido o meio principal de ações ilegais, haja vista que os usuários não são penalizados ao destlilar a ideologia racista, mesmo a tal sendo um crime determinado pela Carta Magna. Diante dessa realidade, é visível que a impunidade alavanca a incidênciade de atos ilegais no meio virtual.

Portanto, constata-se a necessidade de mudança para que as mídias sociais sejam um lugar mais seguro. Para isso, cabe ao poder legislativo, orgão responsável pela criação de leis, desenvolver leis que penalizem os praticantes de crimes virtuais, conforme seu grau de violação da Constituição, além de regulamentar a prisão nos casos que forem necessários. Esta proposta deve ser aprovada por meio de votações na Câmara dos Deputados, com a finalidade de mitigar as ilegalidades na internet. Assim, o meio digital será um ambiente mais seguro.