A internet como vilã: crimes de ódio e cyberbullying na rede

Enviada em 07/08/2025

A internet é uma ferramenta muito recente disponibilizada para a humanidade,

ainda são comuns diversas problemáticas relacionadas à ela. Porém, esses proble-

mas não nasceram com a internet, foram frutos de uma má utilização por parte

das pessoas. Alguns problemas comuns são o cyberbllying, preconceitos e descri-

minação e principalmente insultos. Muitas pessoas encontram a internet como um meio de expressar seus pensamentos mais obscuros e criminosos sem receber uma punição, fazendo dela uma terra sem lei.

Tratar de crimes de ódio dentro da internet, por exemplo, em uma rede social,

é uma pauta muito complexa. Milhares de pessoas se expressam todos os dias di-

ante das redes, tornando uma tarefa muito difícil para os órgãos que cuidam de

crimes virtuais. Mas na história da internet, para um criminoso sofrer as conse-

quências de seus atos, não é necessário ser tomada uma atitude apenas pela parte

das autoridades responsáveis. Um caso relativamente recente é do influenciador

Monark, que em uma live como entrevistador de um dos podcasts mais famosos do Brasil, defendeu a existência de um partido nazista. Apesar dele não sofrer uma

condenação do sistema judiciário, diversos usuários o cancelaram, fazendo com

que sua imagem na internet, como figura pública, ficasse horrível.

Uma das consequências mais graves do cyberbullying é o impacto psicológico

nas vítimas. Estudos da Organização Mundial da Saúde indicam que adolescentes

expostos a esses tipos de impactos apresentam maiores índices de desenvolver de-

pressão, ansiedade e tendências suicidas. A impunidade e o anonimato na internet

potencializam essa violência, tornando o ambiente virtual um espaço perigoso,

principalmente para jovens.

Diante dos argumentos apresentados, é evidente que a internet, apesar de seus

benefícios, tem sido palco de crimes de ódio e cyberbullying. Portante, cabe ao

Governo Federal, juntamente com a Organização Mundial da Saúde implementar

campanhas de consientização nas escolas e redes sociais, por meio de parcerias com psicólogos, com o objetivo de abordar os principais problemas com os princi-

pais usuários, os jovens. Promovendo um ambiente virtual mais seguro para os

usuário.